Mein Kampf
Mein Kampf
Após ler "A menina que roubava livros" a minha curiosidade sobre Hitler aumentou. Sempre tive vontade de saber mais sobre ele, mesmo sabendo que ele foi uma das pessoas mais loucas e preconceituosas que já existiu, mas também uma das mais influentes.
Não estou aqui defendendo ninguém, nem querendo provar que Adolf Hitler foi ou não foi "isso ou aquilo", apenas tenho uma curiosidade de saber as coisas pelos meus próprios olhos e não por o que contam por aí.
Foi mencinado no livro "a menina que roubava livros" um livro escrito por Hitler, Mein Kampf, ou seja "minha luta".
Vou começar a ler...
Não estou aqui defendendo ninguém, nem querendo provar que Adolf Hitler foi ou não foi "isso ou aquilo", apenas tenho uma curiosidade de saber as coisas pelos meus próprios olhos e não por o que contam por aí.
Foi mencinado no livro "a menina que roubava livros" um livro escrito por Hitler, Mein Kampf, ou seja "minha luta".
Vou começar a ler...
Photography
Photography
"O pensamento é a fotografia da alma.
Guilherme Peres (fotógrafo profissional)
O pistoleiro
O pistoleiro
O que eu realmente gosto em uma obra, seja ela filme, livro ou música, é uma mistura do real com o surreal. Algo que quando você passa o olho, parece real, mas se você presta um pouco mais de atenção aos detalhes, consegue perceber uma pitada de "mágica", alguma coisa que você não consegue dizer muito bem o que é, mas que deixa tudo mais interessante.
Isso Stephen King consegue fazer com maestria nos seus livros, mas nesta série de livros "A torre negra" há algo diferente, que eu não sei dizer muito bem o que é, mas faz com que seja a melhor coisa que já li.
Não sou "viciado" por livros, na verdade acho que li muito pouco em comparação com a maioria das pessoas que gostam de ler, então não posso sair recomendando livros como se eu fosse algum tipo de critico ou coisa parecida. Mas o primeiro livro da série "O pistoleiro" é algo que se você gosta de mistério ou aventuras, jornadas, com certeza vai gostar.
Isso Stephen King consegue fazer com maestria nos seus livros, mas nesta série de livros "A torre negra" há algo diferente, que eu não sei dizer muito bem o que é, mas faz com que seja a melhor coisa que já li.
Não sou "viciado" por livros, na verdade acho que li muito pouco em comparação com a maioria das pessoas que gostam de ler, então não posso sair recomendando livros como se eu fosse algum tipo de critico ou coisa parecida. Mas o primeiro livro da série "O pistoleiro" é algo que se você gosta de mistério ou aventuras, jornadas, com certeza vai gostar.
Black Swan
Black Swan
Everything she does comes from some dark impulse... it's thrilling to watch, dangerous, even perfect sometimes. But also destructive.
Eu não tenho certeza se fiquei mais impressionado pela história do filme em si, que fala de um tipo de arte, o balé, ou por outro tipo de arte, o cinema, pois o que eu vi, pelo o que consta na minha memória não foi um filme, mas sim um documentário com pessoas e situações de verdade.
Acredito que a pressão sofrida pela atriz, não só de ter que atuar belissimamente, como de ter que aprender a daçar muito bem, influenciou diretamente nas emoções que a personagem precisava sentir, até mesmo as dúvidas de que se ela seria capaz ou não de cumprir seu papel gloriosamente, resultando em uma aproximação da ficção muito próxima a realidade.
Falso cognato?
Falso cognato?
Before afternoon than never.
Antes tarde do que nunca.
Do you like over-table?
Você gosta de sobremesa?
Tea with me that I book your face.
Chá comigo que eu livro a sua cara.
Ou então do tipo que apenas lendo você já entende...
Put a keep are you!
E umas mais complexas para os muito inteligentes ou muito estúpidos...
Payday dirge in do, me bowl ray toe dough. A van say no see now e-mail pie me day show no cast ego.
Japonês né?
Japonês né?
Cole isso no tradutor do google de japonês para português e clique em "ouvir".
んソフォダ。ナカマチェスクラシュ。ナサラオヌクァートゥ。ヌ ベクオヌカフ。エウエウソスィニスツル。メリョキセウマリドゥ。イスクラシュセワミグ。ヌェスクロソウンペリグ。アヴァサラドー。
Greenpeace
Greenpeace
O Greenpeace está fazendo uma campanha para não instalarem a usina nuclear Angra3 aqui no Brasil. No site oficial há um abaixo-assinado para você participar.
http://www.greenpeace.org.br/tour2005_nuclear/participe.php
Segue uma notícia sobre uma mobilização que o Greenpeace fez em frente a sede do BNDES. (fonte: http://www.folha.uol.com.br)
Cerca de 20 integrantes da ONG Greenpeace se reuniram em frente ao prédio do BNDES (IBanco Nacional de Desenvolvimento Social) no centro do Rio, dia 25/04/2011, onde soltaram fumaça laranja para chamar a atenção da população sobre a questão da energia nuclear no Brasil.
A concentração ocorreu por volta das 9h30, com grupos que dispararam sinalizadores de fumaça e simularam um resgate de contaminação por radiação. Por medida de segurança, as entradas do edifício sede do BNDES foram interditadas e fechadas com grades. A interdição durou cerca de meia hora.
O ato é um protesto contra o financiamento do BNDES, do valor de R$ 6,1 bilhões, destinado à usina nuclear Angra 3. Um texto no site da ONG se refere ao financiamento como sendo um "calhambeque atômico".
O dinheiro será usado em obras de construção da terceira usina termonuclear no Brasil, que fica em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense.
A verba foi aprovada no final do ano passado, como parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Prevê-se que a usina terá potência instalada de 1.405 megawatts (MW), que seria equivalente a um terço do consumo de todo Estado.
De acordo com o banco, a construção de Angra 3 contribuirá para reduzir a importação de energia gerada fora do Rio.
Situado na ponta de linhas de transmissão, o Rio é tido como vulnerável a contingências operacionais que ocorrem no sistema elétrico interligado Sul/Sudeste/Centro-Oeste, com riscos de queda e desligamento de linhas de transmissão.
"Queremos chamar atenção, amanhã o desastre nuclear de Chernobyl completa 25 anos, e lembrar também que os nossos reatores nucleares são obsoletos e datam da década de 70", disse o coordenador do movimento, Ricardo Baitelo.
No mês de março, um terremoto seguido de tsunami provocou um grave acidente nuclear na cidade de Fukushima, no Japão, e desde então, a discussão sobre o uso da energia nuclear se intensificou em todo o mundo.
http://www.greenpeace.org.br/tour2005_nuclear/participe.php
Segue uma notícia sobre uma mobilização que o Greenpeace fez em frente a sede do BNDES. (fonte: http://www.folha.uol.com.br)
Cerca de 20 integrantes da ONG Greenpeace se reuniram em frente ao prédio do BNDES (IBanco Nacional de Desenvolvimento Social) no centro do Rio, dia 25/04/2011, onde soltaram fumaça laranja para chamar a atenção da população sobre a questão da energia nuclear no Brasil.
A concentração ocorreu por volta das 9h30, com grupos que dispararam sinalizadores de fumaça e simularam um resgate de contaminação por radiação. Por medida de segurança, as entradas do edifício sede do BNDES foram interditadas e fechadas com grades. A interdição durou cerca de meia hora.
O ato é um protesto contra o financiamento do BNDES, do valor de R$ 6,1 bilhões, destinado à usina nuclear Angra 3. Um texto no site da ONG se refere ao financiamento como sendo um "calhambeque atômico".
O dinheiro será usado em obras de construção da terceira usina termonuclear no Brasil, que fica em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense.
A verba foi aprovada no final do ano passado, como parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Prevê-se que a usina terá potência instalada de 1.405 megawatts (MW), que seria equivalente a um terço do consumo de todo Estado.
De acordo com o banco, a construção de Angra 3 contribuirá para reduzir a importação de energia gerada fora do Rio.
Situado na ponta de linhas de transmissão, o Rio é tido como vulnerável a contingências operacionais que ocorrem no sistema elétrico interligado Sul/Sudeste/Centro-Oeste, com riscos de queda e desligamento de linhas de transmissão.
"Queremos chamar atenção, amanhã o desastre nuclear de Chernobyl completa 25 anos, e lembrar também que os nossos reatores nucleares são obsoletos e datam da década de 70", disse o coordenador do movimento, Ricardo Baitelo.
No mês de março, um terremoto seguido de tsunami provocou um grave acidente nuclear na cidade de Fukushima, no Japão, e desde então, a discussão sobre o uso da energia nuclear se intensificou em todo o mundo.


